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Relacionamentos amorosos e convívio social ativo aumentam a longevidade dos idososVoltar

14-08-2018

De acordo com uma pesquisa realizada em Harvard (Estados Unidos), os relacionamentos amorosos e o convívio com os amigos e com os familiares são fatores que prolongam os anos de vida dos idosos e proporcionam maior qualidade a eles durante essa fase.

Segundo Lívia Terezinha Devens, coordenadora da Unidade Geriátrica da instituição, os cuidados com a saúde, nos aspectos biológicos, psicológicos e sociais podem manter a qualidade de vida na velhice. Em relação a sexualidade, as mudanças que ocorrem no corpo com o passar dos anos são inevitáveis, porém, não necessariamente afetam a satisfação sexual do homem e da mulher.

“A sexualidade é o modo como o indivíduo expressa o seu sexo. Ele pode manifestá-lo por meio da fala, dos gestos, do corpo, do andar e até mesmo das vestimentas. Ou seja, as pessoas podem utilizar todas essas formas para demonstrar a sexualidade e serem felizes”, explica.

Preconceito

Ainda conforme a médica, a relação amorosa vivida em qualquer fase passa por desafios. Na terceira idade, a discriminação é o principal deles. “Uma vez que a pessoa idosa seja capaz de tomar essa decisão, terá que enfrentar boatos de que namorar é coisa de jovem ou até mesmo lidará com os conflitos familiares causados por essa escolha”.

Superando essas considerações, de acordo com Lívia, iniciar um relacionamento na terceira idade influencia diretamente no bem-estar e na saúde das pessoas, o que reduz o risco de doenças crônicas e mentais e de perda da memória.

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